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Mariza Yasbek, Advogado
Mariza Yasbek
Comentário · há 15 horas
Apos 30 anos De trabalho (CLT), ao me aposentar deparei com míseros $1.800,00 no PIS. Assim, não vejo necessidade de tanto tempo de controle e gasto do dinheiro public0 para controlar tão pouco. Está na hora de economizar com supérfluos.
Mariza Yasbek, Advogado
Mariza Yasbek
Comentário · há 9 dias
Sr. Ambrósio, pena que poucos tenham a capacidade de enxergar além do momento como o senhor que, em poucas palavras, demonstrou a nua e crua realidade. A guerra traçada por aqueles que tem sede de poder ou de alguma forma procuram vantagem financeira, está claramente estampada. Prefeituras e Estados pedem dinheiro ao Governo Federal, mas onde estão as reduções, exclusões ou anistia dos pagamentos de IPTU, ISS, IPVA, ICMS e outros tantos impostos que sorrateiramente criam? A única intenção é derrubar o Governo Federal porque não estão conseguindo roubar como antes, Não se esqueçam que assim que assumiu o Governo Federal "fechou as torneiras", fato que culminou em melhor distribuição de renda aos mais pobres. Já se esqueceram de quantas pessoas ligadas aos municípios estavam recebendo bolsa família indevidamente ? Por que as emissoras de televisão estão em guerra acirrada contra o presidente? Ora, todos sabem, porque ele não está perdoando a dívida destas. Por que tão "nobres" jornalistas que ganham fortunas por mês (como William Bonner), não doam parte de seus proventos à população carente? Dê o exemplo, depois cobrem dos outros. Também não vi o Sr. Dória, Sr. Witzel ou Sr. Caiado abrindo mão sequer dos altos salários, muito embora tenham outras rendas. Todo dia os jornalistas pedem para pagar as pequenas atividades como manicure, faxineira, etc independente do serviço. Estão fazendo o mesmo? Falam para as pessoas manterem isolamento absoluto, mas e aquele bando de jornalistas amontoados repetindo sempre a mesma pergunta imbecil ao ministro da saúde, não é contrário ao que pregam? A manipulação da massa causa-me horror. A ignorância propagada pela falta de estudos propositalmente suprida, mais ainda.
Mariza Yasbek, Advogado
Mariza Yasbek
Comentário · há 9 dias
Inicialmente, parabéns pelo artigo que, sem sombra de dúvida. interessa a todos que estão dentro desta relação. Acredito que não adianta imputar a este ou aquele a responsabilidade e penalizá-lo financeiramente pelo descontrole advindo da pandemia. Aliás, nem sabemos ao certo o quão profundo se dará em nosso país, pois temos um clima excelente; temos água em abundância, nossa população toma mais banhos que o restante do mundo, além de outros fatores que poderão ser o diferencial do restante do mundo. Certo é que, mais vale a pena estabelecer uma relação que agrade ambos os lados do que não ter alunos, não ter professores ou não ter mais tal escola. Não se trata apenas de uma relação comercial, trata-se do futuro das crianças do país. A educação é essencial, mas também é notório que as escolas não tem subsídios para, sozinha, suportar a responsabilidade social , mantendo intacto seu quadro de funcionários. Ademais, provavelmente haverá redução de alunos, fato que irá onerar ainda mais a responsabilidade da instituição e que sobrecarregará os pais remanescentes, pois a escola tem fins lucrativos não vai querer diminuir sua margem, implicando assim, automaticamente, na diminuição do quadro de alunos ou professores. Por outro lado, não existe qualquer seguro que proteja ambas as partes em situações similares, o que deverá ser observado pelas partes, especialmente os pais, em contratos futuros. Com relação ao poder público, notório é que estão se eximindo da responsabilidade, deixando que as partes se "virem", muito embora arrecadem impostos de ambos os lados. Assim, entendo ser prudente as partes se unirem e exigir do poder público (prefeituras, Estado e Federação), que assumam parte da responsabilidade, suspendendo, tando das escolas como dos particulares os impostos dos quais não abrem mão, como IPTU, ISS, INSS e outros incidentes sobre a relação de consumo enquanto durar o período da pandemia. Note-se, não se trata de "adiar" o pagamento, mas excluir definitivamente sua cobrança pelo período necessário. Sejamos mais unidos, precisamos lembrar que a escola pode pedir redução do aluguel, os governos podem suspender a cobrança de impostos, as partes podem diminuir o valor pelo período de suspensão de serviços presenciais, tudo isso dependendo apenas de bom senso e exercício correto do poder público, fatos que garantirão a ambas as partes continuidade de relação com melhores perspectivas futuras.
Mariza Yasbek, Advogado
Mariza Yasbek
Comentário · há 5 meses
O engraçado é que as provas são todas apresentadas em primeira instância, sendo o resto apenas cumprimento de normas, o que vale dizer, as provas do crime já foram apresentadas, mas, se o advogado, mesmo sabedor que suas afirmações não serão procedentes, apresentar reles argumentos, os "inocentes" ficarão soltos na rua...
A
constituição diz que é possível o cumprimento da pena a partir da 2ª instância, assim, não há o que ser discutido, mas sim respeitado. Da forma apresentada, a primeira instância passará a ser apenas um balcão e protocolos e os juízes que hoje se esforçam para cumprir leis e prazos não precisarão mais se preocupar com despachos ou sentenças. Deixem para aqueles que acham que sabem o que estão fazendo!
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